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17 fevereiro 2012

As Brasileiras - A selvagem de Santarém

O seriado da TV Globo levou ao grande público uma peça fictícia ambientada no paradisíaco cenário mocorongo. A trama dirigida por Tzuka Yamazaki foi protagonizada pela bela Suyane Moreira que contracena com Danton Mello, além de outras feras da dramaturgia televisiva como Fabio Porchat, Claudio Torres Gonzaga, Claudio Tovar, Laila Zaid. O projeto é capitaneado pelo competente Daniel Filho. Vale a pena conferir.

4 comentários:

  1. Quem não sabe o que é uma piriguete, pequena piranha, em Santarém!? Foi isso o que o episódio mostrou, ou vcs não viram, o Furtado se referindo a ela: "não, não é uma índia, é uma piranha”, e depois ela mordendo ele dentro da água, depois a cobra tatuada, estigmatizada aos 12 anos, quando foi "furada", ou achavam que ninguém sabe qual é a realidade de Santarém!?

    O episódio só mostrou, na linguagem do cinema, uma estrutura muito arcaica que existe na mentalidade de muitas santarenas.

    Em miúdos: A selvagem de Santarém: piranha, ninfomaníaca, infectado com doenças sexualmente transmissíveis.
    O que é o Sairé!? Encenação da lenda do boto, pedólifo sedutor de pré-adolescentes, logo o que é o sairé!?
    … e dançou a noite inteira com uma bela cunhantã…
    O que uma cunhantã!? diminutivo de adolescente, jovem, melhor dizendo, criança ou pré-adolescente.
    Esperem ai que ainda falta o filme da Camila Pitanga…

    Bem que Santarém poderia ter um curso de Comunicação.

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    1. Querido ojr bentes, agradeço por sua colaboração no Blog do Ariuca. Sinto que sua mente pseudo puritana, extremista e conservadora denunciem sua exacerbada preocupação com o gênero feminino. A Selvagem de Santarém, poderia ser a ninfomaníaca de boston, a trepadeira de chicago ou a beata de Urucurituba...Trata-se de uma obra de ficção. Veja por exemplo que a referência feita por Frei Gaspar de Carvajal, o cronista da esquadra de Orelana, refere-se ao encontro com as Ikamiabas na região próxima a desembocadura do Rio Nhamundá e isso não é próximo a Santarém.
      Sem falar que no começo a "estória" sugere tratar-se de uma organização indígena matriarcal, aos moldes do que teriam sido, segundo o folclore brasileiro, imortalizado na obra de Mário de Andrade, no livro "Macunáima", que trata das Amazonas. Em "Poética do Imaginário" João de Jesus Paes Loureiro, trata de forma acadêmica a cerca do mesmo tema.
      No mais, o que é importante que seja dito é que o nome de Santarém foi levado em rede nacional para mais de uma centena de milhões de telespectadores que agora podem considerar a possibilidade de visitar essa paradisíaca região e isso pode significar mais empregos e renda, mesmo que seja para as "piriguetes", "piranhas" e "prostitutas" que existem em qualquer lugar do mundo, já existiam antes do filme ir ao ar e por mais que o amigo não queira, elas continuarão existindo.
      No entanto, posso garantir que o maior benefício será a inclusão do nortista, com seus traços indígenas, na nação sulista brasileira.

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  2. Como ninguém comentou antes, vou repetir, Santarém precisa de um curso de Comunicação, bem que o Emano poderia abrir logo a sala dele para discutirmos cinema.
    Duas coisas óbvias do episódio, primeiro o título selvagem, que nos remete de imediato ao paganismo. Será que as mulheres santarenas fingem que são cristãs!? e vão para igrejas só para tirar de tempo!? ou o catolicismo pagão aqui é escancarado!? uma das coisas que eu mais desejei foi nos separarmos de Belém, e tirarmos o estigma, que deriva do círio de nazaré.
    Outra ninguém percebeu o nome da tribo Kaiakunamani.
    O que significa mani!? mandioca. Logo o nome da tribo é kaiakunamandioca... wake up man!

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  3. Como eu disse: bem vindos ao jogo mundial povo de Santarém!

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