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29 novembro 2011

O Tapajós e o Tibete

O Dalai Lama durante a inauguração de um novo albergue para crianças carentes
 nas proximidades Dharamsala, na Índia em 19 de novembro de 2011.
Os discursos são longos e acalorados, mais a visão é curta e míope. 

Há 700 anos o Tibete faz parte da gigantesca República Popular da China. Gengis Khan submeteu o território ao seu domínio quando instituiu o primeiro império Mongol, unificando 49 diferentes nacionalidades. 
O Dalai Lama é o líder espiritual dos Tibetanos. Seu reconhecimento formal e público aconteceu antes da Revolução Socialista pelo presidente Chiang Kai Chek – já não havia mais a figura do Imperador da China. 
Com a vitória da Revolução Socialista em 1949 as tropas Comunistas negociaram com o Tibete as mudanças do Regime: fim da escravidão (só existia no Tibete); fim da servidão (servos só existiam no Tibete) e outros pontos. 
As reivindicações dos Tibetanos estavam ligadas principalmente às questões agrárias e à educação. Durante a década de 1950 a coisa desandou – talvez, pelo imediatismo das mudanças – e o Tibete continua miserável e feudal. 
É claro que seria ridículo perguntar para toda a China se o Tibete deveria ser emancipado ou não. É claro que a próspera China ‘neo cumunista’ não está nem aí para a miséria do pequeno povo das montanhas. 
Portanto, o Tibete continua escravo e serviu ao domínio chinês. Não importa o que diga o ícone da paz mundial, o Dalai Lama. Como não temos nenhuma celebridade mundial para defender o povo pobre das ricas terras do Tapajós e do Carajás, nos resta dizer SIM 77 aos dois novos estados.

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