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30 maio 2011

ARIUCA: SINTO VERGONHA DE MIM



O texto imortal de Rui Barbosa e sua indignação sempre atual sobre a inversão de valores morais que corroem o Estado de Direitos, afundado em corrupção e na banalização coletiva da honestidade, impetrada por pseudos coronéis de barranco que condenam nossa população a um estado de miséria e subserviência desgraçadamente humilhante. Hamilton Souza interpreta a obra no programa Ariuca em Revista (SBT - Canal 09) indignado com a situação em que se encontra o povo de Oriximiná.

Leia o Texto na integra aqui

5 comentários:

  1. Meu caro Ariuca, vergonha é o que o vice prefeito fez nessa semana que passou, se humilhando pro oligárquico Guerreiro pedindo pra ser vice do que será o Gonzaga IV, isso é uma vergonha e mais ainda com o eslogan: pequenas igrejas, muitos votos...

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  2. Meu caro ariuca, infelizmente vejo em vc uma tendencia vergonhosa de perseguição contra alguns do poder que preferiro não citar nomes, aja vistaesa frase acima. ARIUCA: SINTO VERGONHA DE MIM, pois graças a Deus não preciso dessa corja, então logo não comungo com esses que estão ai. Porém quando se trata do vice-prefeito tu omites os comentários, por que? Uma pessoa postou um comentário sobre a horrenda conversa com o Gabriel guerreiro na qual o fernandinho se humilha pedindo arrego pra continuar vice em 2012, onde usa o eslogan: pequenas igrejas, muitos votos, qual o problema em divulgar isso? Mantenha esse tema acima e seja imparcial ou então vaz cair também na descredibilidade.
    R. W.

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  3. Prezado Sr.

    Favor corrigir a autoria desse texto poético. A autora sou eu, Cleide Canton e o mesmo foi escrito em 2006. De Rui é o fecho usado corretamente como se pode comprovar no seu original em minha página e na correção do próprio Rolando Boldrin:

    www.paginapoeticadecleidecanton.com/sintovergonha.htm

    http://www.youtube.com/watch?v=ERTmvOll87s

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  4. Querido R.W. discordo do termo “tendência vergonhosa”. Meu papel é denunciar corruptos, bandidos que comando poderosos esquemas de corrupção de dentro do poder, fazendo uso de seus cargos e funções para se locupletarem dos recursos do erário público, se o amigo entende isso como perseguição, lamento, você terá de aceitar meus questionamentos, até porque se fossem fantasiosos eu já teria sido responsabilizado na cena jurídica.
    Quanto ao texto que interpretei, que é de autoria de Cleide Canton que apenas sita Rui Barbosa no final, trata da preservação de valores e questiona a inversão deles, mais ou menos assim como você quer ver as coisas. Por isso compreendo seu incômodo.
    Quanto aos comentários sobre o vice Fernando Andrade, entenda que faço a mediação dos comentários do blog, é cômodo para aqueles políticos que, mesmo sobre a proteção do governo, mesmo fazendo uso da máquina pública, não conseguem decolar na cena política local. O desgaste do governo não se deve a mim querido R.W. eu apena mostro as arbitrariedades que o governo comete, naturalmente que isso não agrada ao projeto político dos que estão no poder e não querem larga o osso.
    Sua afirmação sobre “humilhação” em uma conversa com Gabriel Guerreiro é falsa, essa coisa de que o vice-prefeito permanecerá vice quero crer que seja mentirosa. Esse discurso que o amigo constrói não é algo que procura manter as coisas como estão e do jeito que as coisas estão é que deveria ser algo para você se envergonhar. Em todo caso o discurso de ausência de imparcialidade não me cabe. Quanto a minha credibilidade, não se preocupe com ela sei exatamente o que estou fazendo e não abro mão de minhas posições ideológicas que, diga-se de passagem, não são patrocinadas pelo erário. Agradeço por sua valorosa colaboração ao debate do nosso Blog.

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  5. Também cometi o mesmo equívoco amigo
    Veja minha retratação.
    Continuo aguardando contato e-mail:
    hiramrs@terra.com.br


    Sinto Vergonha de Mim! - Por: Hiram Reis e Silva

    No meu último artigo, homônimo deste, fiz uma crítica contundente aos maus políticos de nossa amada nação e utilizei o poema “Sinto vergonha de mim!” de Cleide Canton em que ela ao final faz uma citação de Rui Barbosa. Na oportunidade considerei como se o texto, na sua íntegra, fosse de nosso amado Águia de Haia. Peço desculpas à inspirada poetisa e faço aqui minha retratação reproduzindo parte de seu perfil e um de seus apaixonados textos.

    - Quem Sou - Fonte: Cleide Canton

    “(...) Sempre fiz versos, mas nunca me senti incentivada a escrever. Por isso, durante muitos anos, versei para mim mesma. Algumas obras guardei, outras joguei fora. Há pouco tempo, brincando na Internet, deparei-me com um maravilhoso mundo de poesias e arrisquei apresentar algumas. Que linda surpresa vê-las publicadas no site do meu amigo Airton (Homem Sonhador), a quem muito devo. Logo após, conheci outro site (da minha amiga Ana Amélia - Romantichome) que fez um lindo trabalho com os meus escritos e me incentivou ter a minha própria página. Aceitei e ela foi quem cuidou, até março de 2005, da elaboração da minha HP. Desde então estou cuidando deste espaço, claro que sempre com ajuda dela.

    Quanto a minha vida, tive uma infância feliz e uma adolescência sem problemas. Amei muito e fui muito amada. Tenho uma legião de amigos a quem admiro e, se tenho inimigos, assim não os considero. Sou rotariana e me dedico com muito amor às causas rotárias. Vivi intensamente todos os anos de minha vida. Sorri e chorei como todos. Muito mais ganhos que perdas. Hoje me considero uma mulher realizada, feliz e de bem com a vida.

    As coisas que mais amo são: meus filhos, meu lar, meus parentes, meus amigos e meus versos. Dedico-me, também, além dos versos, à pintura, a todo tipo de trabalho manual. Adoro cantar, principalmente serestas. Arranho um pouco o meu piano e o teclado do meu filho.

    Não abro mão dos valores que recebi de meus pais: franqueza, humildade, perseverança, caridade e, sobretudo, honra e dignidade.

    Acredito na vida e em tudo que ela pode me oferecer. Acredito no amor, no carinho sincero e despretensioso e na amizade leal. Nos meus versos, nada mais coloco do que as sensações que vivenciei. Sou assim e acho que não vou mudar!”
    (...)
    (http://www.paginapoeticadecleidecanton.com/povobrasileiro.htm)

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