• Imagem aérea da MRN
  • Imagem de crianças
  • Cachoeira do Jamaracaru
  • Imagem das crianças de novo

06 maio 2008

Implantação do projeto de bauxita da Rio Tinto no Pará permanece indefinida

A anglo-australiana Rio Tinto, uma das maiores mineradoras do mundo, deverá esperar pelo menos mais três anos para uma definição sobre seu projeto para exploração de uma enorme jazida de bauxita na margem esquerda do rio Amazonas, entre os municípios de Monte Alegre e Alenquer, no Pará, na região do rio Curuá. É esse o tempo previsto para a conclusão do plano de manejo dos 12,8 milhões de hectares das unidades de conservação da Calha Norte, criadas no final de 2006 pelo governo estadual e consideradas o maior bloco de áreas protegidas do mundo. A Rio Tinto planeja investir cerca de US$ 2,2 bilhão na implantação da unidade de extração de bauxita e numa estrutura de transporte para explorar uma reserva com potencial estimado em quatro bilhões de toneladas, que poderão ou não ser confirmado após novas pesquisas. Mas só para se ter uma idéia do que isso representa, a reserva de bauxita que a Alcoa começa a explorar este ano em Juruti, na outra margem do Amazonas e considerada uma das maiores do mundo, tem 700 milhões de toneladas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por sua participação em nosso fórum de debates sobre o cotidiano da cidade de Oriximiná, Pará, Amazônia, Brasil. Se quiser você pode enviar seus texto, fotos e vídeos para o e-mail hamilton@ariuca.com.br. Continue participando.