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06 maio 2008

Bauxita do Rio Curuá

Pelo que já se sabe, as minas de bauxita do Curuá tem o maior teor do mundo e é a maior de todas as já conhecidas, com previsão de lavra estimada em 400 anos. Há um ano a Rio Tinto está com suas pesquisas paralisadas na região, onde já investiu cerca de US$ 12 milhões no suporte a esse trabalho. A empresa está aguardando a renovação da licença ambiental para prosseguir nas pesquisas, mas o Secretário de Meio Ambiente do Pará, Valmir Ortega, garante que não existe a possibilidade disso acontecer, por se tratar exatamente de uma unidade de conservação de proteção integral. Ele reafirma que a Rio Tinto poderá continuar suas prospecções na parte do seu direito minerário que está dentro da Floresta Estadual (Flota) do Paru, uma unidade de conservação de uso sustentável que permite esse tipo de atividade. Mas, Fábio Marques, Gerente da Rio Tinto, ressalta que, pelo volume do recurso geológico estimado na reserva, é fundamental a liberação de toda a área.Além de bauxita, a Rio Tinto produz minério de ferro, cobre, alumínio, carvão, dióxido de titânio, boro, talco, urânio e diamantes no resto do mundo. E está envolvida no momento numa polêmica relacionada à possível aquisição de seu controle por outras duas gigantes da mineração mundial, a BHP Billiton e a Companhia Vale do Rio Doce. No Pará, a Rio Tinto está associada à Alcan, que também tem participação no controle acionário da Mineração Rio do Norte.

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